A vida, som e fúria
novembro 4th, 2011 § Deixe um comentário
A vida é só uma sombra;
um mau ator
que grita e se debate pelo palco,
depois é esquecido;é uma história
que conta o idiota,
toda som e fúria
sem querer dizer nada
Filme: 500 dias com ela
fevereiro 3rd, 2010 § Deixe um comentário
Just happens ;]
Acabei de assistir ao filme ‘500 dias com ela‘, filmizinho bem bacana.
Fui cheia de preconceito esperando mais uma comédia romântica americana, mas me enganei.
Só a produção e a trilha sonora já valem os minutos do filme. Mas também tem o enredo que não é tão comum como é de se esperar. Não é uma história de amor, é sim uma história sobre o amor e para resumi-la uma frase de Carpinejar:
o caminho da vida
janeiro 27th, 2010 § Deixe um comentário
Ninguém pode construir em teu lugar as pontes que precisarás passar, para atravessar o rio da vida – ninguém, exceto tu, só tu.
Existem, por certo, atalhos sem números, e pontes, e semideuses que se oferecerão para levar-te além do rio; mas isso te custaria a tua própria pessoa; tu te hipotecarias e te perderias.
Existe no mundo um único caminho por onde só tu podes passar.
Onde leva? Não perguntes, segue-o!
Things life
janeiro 26th, 2010 § Deixe um comentário
Aos 0:58 segundos a expressão da menina diz tudo.
E ao 1 minuto e 13segundos reafirma
Crianças são muito mais sábias, são mais simples e espontâneas
;]
Hora de crescer . ? !
outubro 24th, 2009 § Deixe um comentário

Dona Martha Medeiros acertando mais uma vez:
Para entender um pouco essa infantilização, resgatei da memória o ótimo filme Little Children, com Kate Winslet, que mostra o quanto somos todos crianças grandes, apavoradas com as escolhas que precisamos fazer na vida. Evoluimos até mais ou menos os 16 anos, e depois somos convocados a desempenhar o papel de adultos, e a maioria de nós se sai tão bem que a gente até acredita que exista mesmo algo chamado maturidade.
Até pouco tempo, parecíamos mesmo mais adultos. Pais e filhos não se vestiam de forma parecida, as conversas de gente grande não giravam em torno de fofocas, as relações amorosas não eram vividas com leviandade, não se buscava a juventude a qualquer custo, não havia tantos brinquedinhos tecnológicos, tantas perguntas sem resposta, tudo era mais sério e os papéis mais bem definidos: crianças e adolescentes tinham o direito a aventuras e vacilos, e aos adultos cabia colocar ordem no galinheiro. Hoje tenho a impressão que estamos todos com a mesma idade, o mesmo espírito juvenil, a mesma ansiedade e a mesma irresponsabilidade, como se tivéssemos descoberto a pólvora: só os imaturos sabem viver a vida! Ser adulto virou sinônimo de chato.
A Síndrome dos vinte e tantos
agosto 3rd, 2009 § 3 Comentários
A chamam de ‘crise do quarto de vida’.
Você começa a se dar conta de que seu círculo de amigos é menor do que há alguns anos. Se dá conta de que é cada vez mais difícil vê-los e organizar horários por diferentes questões: trabalho, estudo, namorado, etc. E cada vez desfruta mais da cervejinha que serve como desculpa para conversar um pouco.
As multidões já não são ‘tão divertidas’ e as vezes até lhe incomodam.
Você começa a perceber que algumas pessoas são egoístas e que, talvez, esses amigos que você acreditava serem próximos não são exatamente as melhores pessoas que conheceu e que o pessoal com quem perdeu contato são os amigos mais importantes para você.
Ri com mais vontade, mas chora com menos lágrimas e mais dor.
Talvez, a noite você se lembre e se pergunte por que não pode conhecer alguém o suficiente interessante para querer conhecê-lo melhor.
Parece que todos os seus amigos já estão namorando há anos e alguns começam a se casar. Talvez você também, realmente, ame alguém, mas, simplesmente, não tem certeza se está preparado para se comprometer pelo resto da vida.
Os rolês e encontros de uma noite começam a parecer chatos e ficar bêbado e agir como um idiota começa a parecer, realmente, estúpido. Sair três vezes por final de semana lhe deixa esgotado.
Olha para o seu trabalho e, talvez, não esteja nem perto do que pensava que estaria fazendo. Dia a dia, você trata de começar a se entender, sobre o que quer e o que não quer. Suas opiniões se tornam mais fortes. Às vezes, você se sente genial e invencível, outras apenas com medo e confuso.
Você se preocupa com o futuro, empréstimos, dinheiro e com construir uma vida para você. E enquanto não alcançasse o sucesso na carreira, você não queria estar competindo nela.
O que, talvez, você não se dê conta, é que todos nós que temos ‘vinte e tantos’ gostaríamos de voltar aos 17-18 algumas vezes. TODOS.
Parece ser um lugar instável, um caminho de passagem, uma bagunça na cabeça, mas TODOS dizem que é a melhor época de nossas vidas e não temos que deixar de aproveitá-la por causa dos nossos medos.
Dizem que esses tempos são o cimento do nosso futuro. Parece que foi ontem que tínhamos 16 e hoje, estamos aqui, com as mesmas inseguranças e o dobro de responsabilidades. Mas não estamos sozinhos, estamos na geração dos 20 e tantos e os medos são os mesmos.
PS: Encontrei esse texto no orkut de uma grande amiga, desconheço a autoria. se alguém souber avisa aí.
Rapidinhas
março 16th, 2009 § Deixe um comentário
Quando a infância morre, seus cadáveres são chamados de adultos. Brian Aldiss

O tempo não pára! Só a saudade que faz as coisas mudarem o tempo. Mário QuintanaE a melhor, mas sem autor:
Saudade: presença ausente de alguém Lembrar: é permitir estar junto outra vez
Manifeste-se
março 8th, 2009 § Deixe um comentário
Eu acredito no poder que aq internet tem de democratizar informações, conhecimento e os diferentes tipos de cultura.
Só basta ter iniciativa e nos manifestarmos
Aqui duas dicas de um bom manifesto:
American way of life
Ou “até quando vc vai ficar levando porrada? até quando vai ficar sem fazer nada… muda q quando a gente muda o mundo muda com a gente …. e quando a gente muda, a gente anda pra frente…. Na mudança de atitude não há mau q não se mude.”
Não adianta olhar pro céu com muita fé e pouca luta
Levanta aí que você tem muito protesto pra fazer e muita greve
Você pode e você deve, pode crer
Não adianta olhar pro chão, virar a cara pra não ver
Se liga aí que te botaram numa cruz e só porque Jesus sofreu
Num quer dizer que você tenha que sofrerAté quando você vai ficar usando rédea
Rindo da própria tragédia?
Até quando você vai ficar usando rédea
Pobre, rico ou classe média?
Até quando você vai levar cascudo mudo?
Muda, muda essa postura
Até quando você vai ficando mudo?
Muda que o medo é um modo de fazer censuraAté quando você vai levando porrada, porrada?
Até quando vai ficar sem fazer nada?
Até quando você vai levando porrada, porrada?
Até quando vai ser saco de pancada?Você tenta ser feliz, não vê que é deprimente
Seu filho sem escola, seu velho tá sem dente
Você tenta ser contente, não vê que é revoltante
Você tá sem emprego e sua filha tá gestante
Você se faz de surdo, não vê que é absurdo
Você que é inocente foi preso em flagrante
É tudo flagrante
É tudo flagranteA polícia matou o estudante
Falou que era bandido, chamou de traficante
A justiça prendeu o pé-rapado
Soltou o deputado e absolveu os PM’s de VigárioA polícia só existe pra manter você na lei
Lei do silêncio, lei do mais fraco:
Ou aceita ser um saco de pancada ou vai pro sacoA programação existe pra manter você na frente
Na frente da TV, que é pra te entreter
Que pra você não ver que programado é vocêAcordo num tenho trabalho, procuro trabalho, quero trabalhar
O cara me pede diploma, num tenho diploma, num pude estudar
E querem que eu seja educado, que eu ande arrumado que eu saiba falar
Aquilo que o mundo me pede não é o que o mundo me dáConsigo emprego, começo o emprego, me mato de tanto ralar
Acordo bem cedo, não tenho sossego nem tempo pra raciocinar
Não peço arrego mas na hora que chego só fico no mesmo lugar
Brinquedo que o filho me pede num tenho dinheiro pra darEscola, esmola
Favela, cadeia
Sem terra, enterra
Sem renda, se renda. Não, nãoMuda, que quando a gente muda o mundo muda com a gente
A gente muda o mundo na mudança da mente
E quando a mente muda a gente anda pra frente
E quando a gente manda ninguém manda na genteNa mudança de atitude não há mal que não se mude nem doença sem cura
Na mudança de postura a gente fica mais seguro
Na mudança do presente a gente molda o futuro
Você daria?
fevereiro 16th, 2009 § Deixe um comentário
::: Homem branco, bronzeado,sentado no chão, perto de uma mochila e de algumas peças de artesanato. Ele levanta e se direciona a uma mulher, que está acompanhada de uma casal de amigos, e pede dois reais para completar a passagem do ônibus.
Você daria?
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Cena 2:
Local: Edifício residencial, em uma cidade do interior do Rio Grande do Sul, 22hs45 de uma sexta-feira
::: Homem branco, com aparência de 30 anos de idade, vestindo calça e camisetas um pouco sujas bate a porta do apartamento de uma estudante. Ela atende e ele explica que acabou de chegar do trabalho, em outra cidade, e encontrou a filha doente, por isso agora precisa comprar remédio para a menina mas precisa de R$5.
Você daria?
¬¬¬¬¬
Cena 3:
Local: Rua movimentada próxima ao centro de uma cidade de médio porte gaúcha. 16h45 de um segunda-feria
::: Ele: menino negro sentado em um ponto de ônibus conversa com outro garoto.
Ela: mulher com aparência jovem, em uma mão carrega as compras do supermercado e na outra segura uma bandeja com batatas. E tamanha é a fome que ela vai comemndo pelo caminho mesmo.
Ele ao avistá-la se levanta e caminha em sua direção
Ela ao reparar no gesto dele, pensa em atravessar a rua para, pois sabe que ele vai pedir um ‘troquinho’.
Ela não consegue atravessar e ele se aproxima dizendo”tia tem um troquinho ai, tia?”
Ela o olha e responde “Batatas?”
Ele abre um sorriso e diz: “sim sim!!”
Você daria?
Contrastes
fevereiro 11th, 2009 § Deixe um comentário
Tenho tenho arquivado nos rascunhos aqui do blog um post sobre a expressão “O mundo não é bom Sebastião”. Sim, sim, eu sei que a música do Nado Reis diz que o mundo É bom, mas eu não acredito. Alias, o próprio Reis, na canção seguinte para a filha Zoé, apresenta duvidas: “não sei se o mundo é bom, mas ele ficou melhor quando você chegou”. Entaõ não acho tão absurdo mudar um pouquinho essa expressão.
Mas voltando ao assunto, eu ia escrever sobre as contradições que fazem o mundo não ser bom, só que encontrei a música Contrastes, de Luiz Melodia, e desisti de escrever. Seriam linhas e linhas (esse ‘quase post’ foi grande) sobre algo que está muito bem escrito na canção. Então deixo ela pra você conferir.
Contrastes
Existe muita tristeza
Na rua da alegria
Existe muita desordem
Na rua da harmonia
Analisando essa historia
Cada vez mais me embaraço
Quanto mais longe do circo
Mais eu encontro um palhaço
Cada vez mais me embaraço
Analisando essa historia
Existe muito fracasso
Dentro do largo da glória
Analisando essa historia
Cada vez mais me embaraço
Quanto mais longe do circo mais eu encontro um palhaço
O vídeo é caseirão, mas vale para ouvir a música
Luiz Carlos dos Santos, Luiz Melodia, nasceu no morro do Estácio, Rio de Janeiro, no dia 7 de Janeiro de 1951. Luiz Melodia passou a infância ouvindo a viola de quatro cordas de seu pai Oswaldo
Melodia passou a adolescência compondo e tocando sucessos da Jovem Guarda e Bossa Nova, com o grupo “Instantâneos”, formado com amigos. Esta experiência, juntamente com a atmosfera em que vivia – do tradicional samba dos morros cariocas -, resultaram em uma mescla de influências que renderam a Luiz Melodia um estilo único.
Após deixar o Exército, passou a se dedicar à carreira de cantor e compositor
O nome Melodia veio do pai, Oswaldo Melodia, que queria vê-lo formado Doutor
Luiz Melodia acabou por chamar a atenção de um assíduo freqüentador do Morro do Estácio, o poeta Wally Salomão, e de Torquato Neto. E através de Wally, Gal Costa acabou conhecendo um de seus compositores prediletos, resultando na gravação de “Pérola Negra”, no disco “Gal a Todo Vapor”, de 1972.
Atualmente Luiz Melodia está trabalhando nas composições de seu novo trabalho, e colabora com o documentário sobre sua vida, com direção de Karla Sabah, do qual foram extraídos os vídeo depoimentos disponíveis em seu site oficial.
Fonte: http://www2.uol.com.br/luizmelodia/frame.htm?pagina=discografia
A essencial Transparência
fevereiro 5th, 2009 § 1 Comentário
Ano Novo, vida nova, companhia nova e novas leituras. Assim, encontrei o texto ‘Seja Transparente’ de Denis Russo Burgierman, publicado na Revista Vida Simples de Agosto de 2008.
O autor aborda no texto a importância de sermos mais transparentes, tanto em nossas opiniões e desejos, quanto no dia-a-dia, no convívio com outras pessoas.
É interessante, boa leitura!!
Seja Transparente
Só precisa de coragem. E viver com coragem é muito mais legal.
Outro dia fui fazer um curso de negociação. A professora explicou uns conceitos teóricos e depois pediu para a gente fazer um exercício prático. Era assim: metade do grupo fez papel de funcionário procurando emprego, metade fez papel de empregador procurando funcionário. E aí tínhamos que negociar para saber salário, férias, cidade onde iríamos trabalhar e coisa e tal.
Algumas dessas negociações eram complicadas. Por exemplo: salário. Claro que, para o empregador, quanto menos, melhor. Para o empregado é o contrário. Não tinha jeito de os dois ficarem muito felizes, tinha que ter um meio-termo. Mas algumas outras eram muito simples. Por exemplo: os funcionários preferiam trabalhar em Nova York (mas os empregadores não sabiam disso). E os empregadores também preferiam que os funcionários trabalhassem em Nova York (mas os funcionários não sabiam disso). Ou seja, era só escolher Nova York e todo mundo saía ganhando. Pois você acredita que teve gente escolhendo Chicago, Boston?
Por quê? Porque a gente tem a mania de, quando entra numa negociação, já de cara achar que o sujeito do outro lado quer te ferrar. E nem sempre é assim. Às vezes, os dois querem a mesma coisa, mas ninguém conta ao outro. Ficam os dois guardando segredo, em vez de serem claros, achando que assim levam vantagem.
Pois cada vez mais tenho certeza de que, se todo mundo for mais transparente, todos vão levar vantagem. Um monte de empresas está percebendo isso. Eles estão autorizando seus funcionários a falarem aberta e publicamente sobre o que os incomoda. Por exemplo, criar blogs reclamando das próprias empresas. Estão percebendo que crítica pública, olho no olho, pode até dar mais trabalho, mas é mais vantajosa que fofoca velada no corredor, que corrói relações e deixa todo mundo no fim odiando a empresa.
As empresas estão percebendo que os consumidores adoram essa transparência. Que a melhor coisa para elas é assumir seus erros e suas fraquezas publicamente. Isso cria uma relação de confiança, fidelidade. E, afinal de contas, nestes tempos de internet, nenhum segredo será mesmo mantido.
Também os governos estão percebendo isso. Em muitos países, há um incentivo a que membros do governo critiquem e vigiem outros membros do governo. E o presidente em geral tem que dar a cara para bater – por exemplo, entrevistas coletivas francas e abertas toda semana. No Brasil, país de tradição autoritária, essa tendência, claro, demora muito a chegar.
E transparência não é só conversa de política e negócios. Também nas relações pessoais está se provando a melhor atitude. Quantas pessoas gastam anos se torturando com amarguras, birras e ódios que poderiam ser resolvidos em cinco minutos de conversa franca? Só precisa de coragem. E viver com coragem é muito mais legal.
Denis Russo Burgierman nunca se arrepende quando diz a verdade (mas, como todo mundo, nem sempre consegue).
Fonte: Planeta sustentável
Escolhas.
fevereiro 4th, 2009 § Deixe um comentário
Viver é fazer escolhas
autor Eugenio Mussak,
professor do MBA da FIA e consultor da Sapiens Sapiens
Fonte revista Você S/A janeiro de 2009
James Corry é um presidiário do futuro, cumprindo pena em um asteroide. Vai ficar 50 anos sozinho. O comandante da nave que o leva, com pena do condenado, deixa com ele Alicia, um robô com forma de mulher. Com o tempo, James apaixona-se por Alicia. Um ano depois, o tribunal revê o processo e ele é perdoado. A nave volta para buscá-lo, mas surge um impasse: não há espaço para Alicia. James se vê, então, na traumática situação de ter de escolher entre a liberdade e seu grande amor.
Este é um enredo de um episódio do seriado Além da Imaginação, que fez muito sucesso há alguns anos. O programa explorava os limites da mente humana por meio de situações hipotéticas, muitas delas impossíveis e bizarras. No episódio em questão, o que se colocou foi a luta entre a razão e a emoção no processo de tomada de decisão. Algo que acontece todos os dias, pois vivemos tomando decisões. Decidimos coisas simples, como que roupa vestir de manhã e qual prato pedir no almoço; e outras mais complexas, como a priorização das tarefas, compromissos e negócios. Decisões urgentes, estratégicas, pessoais, profissionais, isoladas e em conjunto. O que não podemos é não decidir.
Mas, cuidado, há uma diferença entre decidir emocionalmente e considerar o emocional na hora de decidir. A segunda é a melhor opção, pois as decisões puramente emocionais consideram apenas o binômio prazer-desprazer. Ou seja, decisões emocionais são as que privilegiam o prazer imediato, sem respeitar as consequências futuras. Essa é uma característica infantil, pois a criança ainda está aprendendo a lidar com a lógica, mas às vezes aparece em adultos, quando não amadureceram sua inteligência emocional. Líderes não escapam dessas ciladas da vida.
James Corry ficou paralisado diante da terrível decisão. Quem agiu, então, foi Allenby, o comandante da nave, que destrói Alicia com um tiro. “Tudo o que você está deixando para trás é a solidão”, diz, colocando a situação na perspectiva adequada.
Decidir pode não ser fácil, mas pior é não decidir. Se isso acontecer, a decisão será tomada de qualquer maneira, pela vida, pelos outros, pelas urgências.




