novembro 4th, 2011 § Deixe um comentário
“Não há nada mais contraditório à felicidade do que o medo , e do que o desespero em ser feliz”
É só medo
novembro 23rd, 2009 § Deixe um comentário
“O que mais desejamos na vida é que nossos amores durem para sempre, porém eles são de verdade, e a verdade pressupõe desentendimentos, frustrações, mudanças de humor, e tudo isso nos fragiliza, nos deixa inseguros.
O amor não é uma flor de plástico. Se fosse, duraria pra sempre, como gostaríamos, mas ao mesmo tempo não exalaria perfume, não teria frescor, não demandaria cuidados: não haveria vida. “
trecho extraído de um texto de Martha Medeiros, postado no blog da moça em algum dia de novembro. Ela fala sobre um filme em que um homem se isola completamente e acaba se casando com um boneca, na saída da igreja ele diz para a esposa algo como “Não de bola, essas flores são de plástico, são de mentira, por isso nunca morrerão”.
Medo e Solidão
julho 5th, 2009 § 1 Comentário
Solidão.
Medo.
Medo e solidão.
Medo ou Solidão?
Medo da Solidão?
Não interessa, afinal tudo passa e a foto é linda.
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PS: Encontrei essa foto, e muitas outras de tempestades, nesse link aqui ô :
Contrastes
fevereiro 11th, 2009 § Deixe um comentário
Tenho tenho arquivado nos rascunhos aqui do blog um post sobre a expressão “O mundo não é bom Sebastião”. Sim, sim, eu sei que a música do Nado Reis diz que o mundo É bom, mas eu não acredito. Alias, o próprio Reis, na canção seguinte para a filha Zoé, apresenta duvidas: “não sei se o mundo é bom, mas ele ficou melhor quando você chegou”. Entaõ não acho tão absurdo mudar um pouquinho essa expressão.
Mas voltando ao assunto, eu ia escrever sobre as contradições que fazem o mundo não ser bom, só que encontrei a música Contrastes, de Luiz Melodia, e desisti de escrever. Seriam linhas e linhas (esse ‘quase post’ foi grande) sobre algo que está muito bem escrito na canção. Então deixo ela pra você conferir.
Contrastes
Existe muita tristeza
Na rua da alegria
Existe muita desordem
Na rua da harmonia
Analisando essa historia
Cada vez mais me embaraço
Quanto mais longe do circo
Mais eu encontro um palhaço
Cada vez mais me embaraço
Analisando essa historia
Existe muito fracasso
Dentro do largo da glória
Analisando essa historia
Cada vez mais me embaraço
Quanto mais longe do circo mais eu encontro um palhaço
O vídeo é caseirão, mas vale para ouvir a música
Luiz Carlos dos Santos, Luiz Melodia, nasceu no morro do Estácio, Rio de Janeiro, no dia 7 de Janeiro de 1951. Luiz Melodia passou a infância ouvindo a viola de quatro cordas de seu pai Oswaldo
Melodia passou a adolescência compondo e tocando sucessos da Jovem Guarda e Bossa Nova, com o grupo “Instantâneos”, formado com amigos. Esta experiência, juntamente com a atmosfera em que vivia – do tradicional samba dos morros cariocas -, resultaram em uma mescla de influências que renderam a Luiz Melodia um estilo único.
Após deixar o Exército, passou a se dedicar à carreira de cantor e compositor
O nome Melodia veio do pai, Oswaldo Melodia, que queria vê-lo formado Doutor
Luiz Melodia acabou por chamar a atenção de um assíduo freqüentador do Morro do Estácio, o poeta Wally Salomão, e de Torquato Neto. E através de Wally, Gal Costa acabou conhecendo um de seus compositores prediletos, resultando na gravação de “Pérola Negra”, no disco “Gal a Todo Vapor”, de 1972.
Atualmente Luiz Melodia está trabalhando nas composições de seu novo trabalho, e colabora com o documentário sobre sua vida, com direção de Karla Sabah, do qual foram extraídos os vídeo depoimentos disponíveis em seu site oficial.
Fonte: http://www2.uol.com.br/luizmelodia/frame.htm?pagina=discografia
Medo
janeiro 7th, 2009 § Deixe um comentário
Apesar de não acreditar que “O medo é uma força que não me deixa andar” gostei da canção.
Já gostava da cantora e encontrei esse vídeo com o Leline, outro artista que admiro, por isso resolvi postar. Além de sutilmente falar sobre Medo, que “é ordem ou é confusão?!”
Miedo, de Julieta Venegas
Composição: Pedro Guerra/Lenine/Robney Assis
Tienen miedo del amor y no saber amar
Tienem miedo de la sombra y miedo de la luz
Tienem miedo de pedir y miedo de callar
Miedo que da miedo del miedo que da
Tienem miedo de subir y miedo de bajar
Tienem miedo de la noche y miedo del azul
Tienem miedo de escupir y miedo de aguantar
Miedo que da miedo del miedo que da
El miedo es una sombra que el temor no esquiva
El miedo es una trampa que atrapó al amor
El miedo es la palanca que apagó la vida
El miedo es una grieta que agrandó el dolor
Tenho medo de gente e de solidão
Tenho medo da vida e medo de morrer
Tenho medo de ficar e medo de escapulir
Medo que dá medo do medo que dá
Tenho medo de ascender e medo de apagar
Tenho medo de esperar e medo de partir
Tenho medo de correr e medo de cair
Medo que dá medo do medo que dá
O medo é uma linha que separa o mundo
O medo é uma casa aonde ninguém vai
O medo é como um laço que se aperta em nós
O medo é uma força que não me deixa andar
Tienem miedo de reir y miedo de llorar
Tienem miedo de encontrarse y miedo de no ser
Tienem miedo de decir y miedo de escuchar
Miedo que da miedo del miedo que da
Tenho medo de parar e medo de avançar
Tenho medo de amarrar e medo de quebrar
Tenho medo de exigir e medo de deixar
Medo que dá medo do medo que dá
O medo é uma sombra que o temor não desvia
O medo é uma armadilha que pegou o amor
O medo é uma chave, que apagou a vida
O medo é uma brecha que fez crescer a dor
Medo de olhar no fundo
Medo de dobrar a esquina
Medo de ficar no escuro
De passar em branco, de cruzar a linha
Medo de se achar sozinho
De perder a rédea, a pose e o prumo
Medo de pedir arrego, medo de vagar sem rumo
Medo estampado na cara ou escondido no porão
O medo circulando nas veias
Ou em rota de colisão
O medo é do Deus ou do demo
É ordem ou é confusão
O medo é medonho, o medo domina
O medo é a medida da indecisão
Medo de fechar a cara, medo de encarar
Medo de calar a boca, medo de escutar
Medo de passar a perna, medo de cair
Medo de fazer de conta, medo de dormir
Medo de se arrepender, medo de deixar por fazer
Medo de se amargurar pelo que não se fez
Medo de perder a vez
Medo de fugir da raia na hora H
Medo de morrer na praia depois de beber o mar
Medo… que dá medo do medo que dá
Miedo… que da miedo del miedo que da
Abração
Clarissa
