Drexler again …
maio 17th, 2009 § 1 Comentário
Novamente venho até aqui escrever sobre Jorge Drexler.
Faz um tempo que eu não escutava as músicas dele, não por ter deixado de gostar ou ter enjoado (impossível), mas por outros motivos que não importam agora.
O importante é que resolvi selecionar a pasta ‘Jorge Drexler’, em meu computador, e coloquei toda a discografia dele para tocar. Duas músicas me chamaram a atenção e me levaram a escrever aqui novamente.
A primeira “No Pienses de Mas”, para uma pessoa que só queria o ‘botão Stop Think’, como eu, é quase perfeita.
No pienses de más
cuando te quedes sola.
No pienses de más,
no dejes pasar las horas.La vida es así,
cambia el viento,
cambia la estación,
no siempre se encuentra
una razón..No pienses de más
No esperes de mí
que venga y te lleve lejos,
no esperes por mí,
yo no puedo dar consejos.No me hagas hablar,
no te traigo más
que esta canción,
yo no entiendo
ni a mi corazón..No pienses de más
No me escuches
no ves que estoy dolido…
No me sigas,
yo también estoy perdido…Y no todo se ve
mirando por una lupa,
no todo se ve,
no sé de quien fué la culpa,nunca lo sabrás,
cambia el viento,
cambia la estación,
no siempre se encuentra
una razón..No pienses de más
E a segunda foi “Causa Y Efecto”, composição dele, Jorge Drexler, e Leo Minax.
Estaba dejándome estar
oyendo el tiempo caer en los relojes de arena
Mirando un instante partir…
y otro llegar…
pensando en tu amor
Tu amor que viene y que va
siguiendo las estaciones
tu amor es causa y efecto de mis cancionesLa vida cabe en un clic
en un abrir y cerrar
en cualquier copo de avena
Se trata de distinguir
lo que vale de lo que no vale la pena
Y a mí me vale con que me des
poco más que nada
A mí me basta con una de tus miradas
(Pensando, estaba pensando
por la ventana de aquel bar
mirando a la gente afuera
ir y venir
y juraría que te vi…)Estaba dejándome estar
oyendo el tiempo caer en los relojes de arena
Mirando un instante partir
y otro llegar
pensando en tu amor
Tu amor que viene y que va
siguiendo las estaciones
tu amor es causa y efecto de mis canciones(Pensando, estaba pensando
por la ventana de aquel bar
mirando a la gente afuera
ir y venir
y juraría que te vi…
aunque sé que estás
a un año luz de mí
Até eu parar de arrumar o apartamento e vir escrever, algumas outras músicas me fizeram parar prestar atenção, mas não tenho como apresentar todas. Então, o link pro site do cara.
E sorry, mas vídeo também não tem hoje porque estou sem tempo (e sem tecnologia) para procurar. Mas o ‘Santo Google ” tem tudo.
bjo bjo
Clarissa
Contrastes
fevereiro 11th, 2009 § Deixe um comentário
Tenho tenho arquivado nos rascunhos aqui do blog um post sobre a expressão “O mundo não é bom Sebastião”. Sim, sim, eu sei que a música do Nado Reis diz que o mundo É bom, mas eu não acredito. Alias, o próprio Reis, na canção seguinte para a filha Zoé, apresenta duvidas: “não sei se o mundo é bom, mas ele ficou melhor quando você chegou”. Entaõ não acho tão absurdo mudar um pouquinho essa expressão.
Mas voltando ao assunto, eu ia escrever sobre as contradições que fazem o mundo não ser bom, só que encontrei a música Contrastes, de Luiz Melodia, e desisti de escrever. Seriam linhas e linhas (esse ‘quase post’ foi grande) sobre algo que está muito bem escrito na canção. Então deixo ela pra você conferir.
Contrastes
Existe muita tristeza
Na rua da alegria
Existe muita desordem
Na rua da harmonia
Analisando essa historia
Cada vez mais me embaraço
Quanto mais longe do circo
Mais eu encontro um palhaço
Cada vez mais me embaraço
Analisando essa historia
Existe muito fracasso
Dentro do largo da glória
Analisando essa historia
Cada vez mais me embaraço
Quanto mais longe do circo mais eu encontro um palhaço
O vídeo é caseirão, mas vale para ouvir a música
Luiz Carlos dos Santos, Luiz Melodia, nasceu no morro do Estácio, Rio de Janeiro, no dia 7 de Janeiro de 1951. Luiz Melodia passou a infância ouvindo a viola de quatro cordas de seu pai Oswaldo
Melodia passou a adolescência compondo e tocando sucessos da Jovem Guarda e Bossa Nova, com o grupo “Instantâneos”, formado com amigos. Esta experiência, juntamente com a atmosfera em que vivia – do tradicional samba dos morros cariocas -, resultaram em uma mescla de influências que renderam a Luiz Melodia um estilo único.
Após deixar o Exército, passou a se dedicar à carreira de cantor e compositor
O nome Melodia veio do pai, Oswaldo Melodia, que queria vê-lo formado Doutor
Luiz Melodia acabou por chamar a atenção de um assíduo freqüentador do Morro do Estácio, o poeta Wally Salomão, e de Torquato Neto. E através de Wally, Gal Costa acabou conhecendo um de seus compositores prediletos, resultando na gravação de “Pérola Negra”, no disco “Gal a Todo Vapor”, de 1972.
Atualmente Luiz Melodia está trabalhando nas composições de seu novo trabalho, e colabora com o documentário sobre sua vida, com direção de Karla Sabah, do qual foram extraídos os vídeo depoimentos disponíveis em seu site oficial.
Fonte: http://www2.uol.com.br/luizmelodia/frame.htm?pagina=discografia
A árvore
janeiro 13th, 2009 § Deixe um comentário
Não, esse não é um post sobre ecologia (ainda). É sim, uma continuação do “Angustia”.
Há algum tempo conheci um texto sobre um homem que sempre que voltava do trabalho, antes de entrar em casa, aproximava as mãos de uma árvore que havia em seu quintal. E quando saia de casa para voltar ao trabalho ele novamente aproximava as mãos da árvore e depois seguia seu caminho.
Quando teve que explicar o porquê daquele gesto, argumentou que ali abandonava os problemas do trabalho, e assim, podia se dedicar melhor a família. Já, quando saia para o trabalho os recolhia da árvore. “E acreditem, eles estavam bem menores” afirmava ele.
No mundo de hoje saber agir assim é muito importante, os colegas de trabalho não devem ser penalizados pelos problemas familiares, assim como, o contrário também é verdadeiro. Ou você concorda que uma criança, sem ter aprontado alguma molecagem gigantesca, mereça um pai carrancudo?
Mas, para muitas pessoas (e me incluo nesse grupo) é muito difícil conseguir ser assim. Esquecer as ‘pendengas’ por algum tempo ou até a hora certa solucioná-las. Digo ‘pendengas’ porque as vezes nem são problemas de fato, apenas indefinições que interferem no cotidiano, mas mesmo assim são angustiantes.
‘Na minha casa não tem árvores, preciso me mudar’
