Uma dica (saudável)
janeiro 20th, 2012 § Deixe um comentário
Concentre-se apenas em estar com aquelas pessoas que queiram fazer as coisas que você queria que elas fizessem.
Essa compreensão de mundo permite que você se de bem com amigos, sócios comerciais, clientes, amores e estranhos.
*Alterei esse trecho do texto, da primeira pessoa (eu) para a terceira (você)
** O texto original e completo, escrito por Harry Browne, aqui Um presente de Natal definitivo para a minha filha
O legado de Elis
janeiro 19th, 2012 § Deixe um comentário
“Sempre vou viver como camicase. É isso que me faz ficar de pé”
Hoje, 19 de janeiro 2012, completam 30 anos da morte da cantora Elis Regina.
Sem dúvida ela foi das grandes cantoras do Brasil, com 15 anos lançou o primeiro disco de sua carreira, Samba eu canto assim (CBD, selo Philips). E ainda foi pioneira de cena independente, quando, em 1966 lançou o selo Artistas, que produziu o primeiro disco independente no Brasil, intitulado Viva o Festival da Música Popular Brasileira, gravado durante o festival de mesmo nome.
Como muitos outros artistas, inquietos e grandiosos, morreu cedo e em virtude de seus excessos. Mas antes imortalizou inúmeras canções como, por exemplo, ‘Como nossos pais’, de Belchior, ‘Aquarela do Brasil’, de Ary Barroso e ‘Nega do Cabelo Duro’, de Rubens Soares. Na época também apoiou e divulgou novos cantores, como Milton Nascimento.
Com certeza a história de Elis não se separa da história da música brasileira, ainda mais nos dias de hoje, em que vivem dois dos grandes feitos da cantora: seus filhos, Maria Rita e João Marcelo Bôscoli.
Ela, Maria Rita, é uma cantora surpreendente, apesar de no início de sua carreira como cantora ter sido muito comprara a mãe, conseguiu mostrar seu brilho e talento próprios, o que possibilitou ser uma das melhores cantoras da atual cena musical brasileira.
E ele, João Marcelo Bôscoli, além de músico, seguiu o bom exemplo da mãe e promove músicos independentes através da gravadora Trama Virtual, o que sem dúvida é outro grande passo para a cena musical nacional.
Hoje devemos agradecer por tudo que eles Elis deixou, suas obras e seus filhos
A simplicidade e grandeza d’A Banda Mais Bonita da Cidade
janeiro 12th, 2012 § Deixe um comentário
Reparem na simplicidade e grandeza da moça cantando e a letra da canção ‘Nunca’
(Me encantei, essa já está no repeat do meu player)
No site da A Banda Mais Bonita da Cidade tem o cd disponível para download e compra ;)
Nunca, diga não pra mim
Eu não vou poder trabalhar, conversar, descansar sem o teu sim
Seja sempre assim
Por favor me dê um sinal
Um cartão postal, um aval dizendo assim
‘Não, não é o fim, dure o tempo que você gostar de mim
Entre o não e o sim, só me deixe quando
o lado bom for menor do que o ruim‘
Nunca se esconda assim
Eu não vou saber te falar, te explicar que
Eu também me assusto muito
Você nunca vê que eu sou só um menino destes tais
Que pensam demais
Logo mais, vou correr atrás de ti.
‘Não, não é o fim, dure o tempo que você gostar de mim
Entre o não e o sim, só me deixe quando
O lado bom for menor do que o ruim’
Lembrança da minha infância
janeiro 6th, 2012 § 2 Comentários
Um dos meus traumas é não ter fotos do meu primeiro ano de vida. Talvez por eu ter sido um nenê muito feio a família consumiu com as fotos e combinou de me contar que elas foram roubadas, ainda quando o filme estava na máquina em uma das vezes que assaltaram nossa casa.
Sobre a minha nada beleza (“parecia um ratinho: magricela e branca”, diz meu Tio, até hoje) a minha mãe diz não era tanto assim, mas sobre o sumiço das fotos ainda acredito na versão da família.
Talvez para compensar essa falta de fotos, durante muitos anos, meu brinquedo preferido foi uma máquina fotográfica antiga. Pelo que lembro era muito parecida com essa da foto e como estava estragada eu podia brincar a vontade.
Era minha alegria.
Lembro que me sentia gente grande, fotografava tudo pela vizinhança, no meu quarto e enquanto viaja com meu carro imaginário. No primeiro degrau das escadas que levavam até a entrada da casa ficava o meu assento, em frete ao volante ( também imaginário ) e o último degrau era o bagageiro, às vezes minha irmã me acompanhava, mas quando as amigas se juntavam a brincadeira logo terminava, elas preferiam brincar de algo mais divertido ao invés de ficarem sentadas viajando (Como pode? Hehehe)
Hoje procurando por uma câmera que fosse boa e não muito cara encontrei essa, ainda não posso comprá-la, mas as lembranças que ela trouxe são muito boas
Cuidem-se e sejam felizes
Cissa
Ps: Amanhã (07/01/2012) a foto da contracapa do jornal em que estou trabalhando foi eu quem fiz ;)